quarta-feira, 12 de julho de 2017

Ainda estou para perceber porque é que a história cinematográfica de 2 padres portugueses no Japão é contada por ...americanos. Aliás diga-se dos americanos que por lá, qualquer herói de tuta e meia é transformado em estrela e isso nem sempre implica orçamentos milionários e produções à la Hollywood. Nós que temos os Fernão Mendes Pinto, os Álvares Cabral, os Vasco da Gama, os Afonso de Albuquerque, as Brites de Almeida, homens e mulheres que desbravaram o mundo, que tiveram ...aventuras impossiveis e epopeias dignas do nome, fazemos filmes (bem, alguns) sobre...nem sei bem, enfim..vivemos envergonhados e desconhecidos de nós próprios, de costas voltadas para o que podiamos ser e deviamos louvar e narrar. Malta do cinema e do video, nem tudo o que vem da américa é Trump(a). Parem lá com as diarreias pseudo-intelectualóides e com as cenas de artista incompreendido e vejam que histórias magnificas podemos contar ao mundo sobre nós. De nada.

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